Tradutor

Mostrando postagens com marcador Espacos da Cidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espacos da Cidade. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de maio de 2012

Fonte Luminosa


Projetada e executada por Antônio Corrêa Beraldo, a fonte teve sua construção iniciada em 1932, permitida por um acordo feito com o Prefeito da época, Dr. José de Paiva Coutinho Sapucahy. No lugar havia um chafariz que servia o povo da cidade e o Prefeito permitiu que o Dr. Tonico Beraldo colocasse em prática o seu projeto com a seguinte condição: “se desse certo ele doaria a fonte para a cidade, se não desse, ele reconstruiria o chafariz”.
Certo de seu sucesso e auxiliado por excelente equipe, Tonico Beraldo pôs em prática seu projeto em que os movimentos de água e a sucessão de luzes coloridas eram produzidas por um só motor, ao contrário das fontes existentes na época, como a de Poços de Caldas, onde havia um motor para cada movimento. Inaugurada no dia 07/09/1935, ela funcionou até a década de 70, quando devido ao desgaste de suas antigas peças, ficou sem condições de funcionamento. Não havia mais peças para reposição. Até que em 1998, graças à tecnologia moderna, suas peças puderam ser reparadas e substituídas, voltando, a fonte a encantar os olhos da população pouso-alegrense que tem, por ela, um enorme carinho.
Fonte Luminosa- Década de 50
Acervo do MHMTT

Fonte Luminosa- 2012
Disponivel no site: http://ginacaninana.blogspot.com.br/2012/02/patrimonio-historico-de-pouso-alegre.html
Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998

Estação Ferroviária

No ano de 1887, o Governo Mineiro contratou com C. Euler. Jr. E R. Castro Maia a construção de uma estrada de ferro com ponto de partida na estação de Soledade de Minas e na Estrada de Ferro Minas a Rio e terminal em Sapucaí, como era denominada, adquiriu novas concessões que lhe permitiram ligar Soledade de Minas à Estrada de Ferro Central do Brasil.
Para servir ao movimento de passageiros foi construída a Estação de Pouso alegre, obedecendo ao estilo, em voga de construções ferroviárias.
Constava de uma plataforma de embarque, uma sala onde ficava o telégrafo que recebia comunicações enviadas por outras estações, a bilheteria onde as passagens eram vendidas e um amplo armazém que abrigava a carga e descarga a ser despachada ou recebida por meio do trem. Havia, também, uma sala de espera para os passageiros, com mobiliário compatível e banheiros masculino e feminino.
Sem ter um estilo definido, o prédio da estação nada mais era que uma construção útil onde o primeiro objetivo era atender e dar conforto aos passageiros.
Depois de desativada a ferrovia, o prédio funcionou como armazém e em 1988 foi reformado e adaptado para servir como “Casa da Cultura” tendo nele funcionada uma galeria de artes plásticas, a Secretaria Municipal de Cultura, Biblioteca Municipal e agora abriga o Centro de convivência de idosos.

Estaçao Ferroviaria- 1930
Centro de Convivencia de Idosos- 2011
Disponivel no site: http://viagemnostrilhos.blogspot.com.br/2010_10_01_archive.html


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998

Palácio Episcopal

Inaugurado em 10/08/1922, o Palácio Episcopal, cujo custo foi de 85 contos de réis (Rs 85.000$000) é da autoria do mestre construtor e rábula, vindo de Ribeirão Preto- SP, Mário Gissoni.
Seu estilo é simples, despojado, primado pela simetria dos detalhes simples como se deseja a vida daqueles que se dedicam ao Senhor e, abrigou, desde 1922, bispos e arcebispos que atuaram na diocese e mais tarde, Arquidiocese de Pouso Alegre.
Construído no meio de um amplo jardim, abrigado dos olhares curiosos pelas árvores, o Palácio Episcopal, como se denomina até hoje a residência dos bispos, permanece intocado, tendo suas linhas originais sido conservadas, apenas mudando a pintura externa.
Seu primeiro habitante foi Dom Octávio Chagas de Miranda que autorizou a sua construção, em substituição à antiga residência, situada em frente, no lado oposto da rua, inaugurada em 1904, onde hoje se encontra o Colégio São José. Certamente, no tempo de Dom Octávio, o Palácio era, realmente, um palácio com móveis e objetos decorativos, de acordo com a importância de seu ocupante. Mas o tempo, e os diferentes modos de vida o foram despojando de seus atavios não lhe restando no interior, nada que lembre o esplendor. Resta-lhe a aura adquirida pela majestosa presença divisada entre as árvores.
Palacio Episcolpal- 1930
Acervo do MHMTT


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Casa dos Junqueiras

Em 1927, José e Edite de Azevedo Junqueira fez construir, para sua residência o casarão situado na Av. Abreu Lima A planta e a construção são de autoria do engenheiro Mário Gissoni, mestre natural de Ribeirão Preto- SP.

A casa, em estilo neocolonial que se mistura com vários outros em voga na época, serviu de residência à família durante muitos anos. Fechada durante as décadas de 70 e 80, em 1992 foi alugada à Prefeitura Municipal que a restaurou para a instalação da Secretaria da Cultura. 

Durante a restauração várias peças, de valor a colecionadores e antiquários, foram encontradas em seu porão. Depois de restauradas passaram a fazer parte do mobiliário e decoração que foram mantidos pela prefeitura para exposição. Sendo ocupada depois, pela Secretaria do Bem-Estar Social, esses móveis e objetos decorativos foram retirados pela família Junqueira e divididos entre seus herdeiros. Segundo consta do depoimento de várias pessoas, a casa, como tantas outras, possui seus fantasmas, que, segundo os vigias noturnos, andam à noite dentro dela, fazem barulho e, certamente assustam os incautos. 
É importante observar neste imóvel 2 afrescos, um a cada lado da porta principal de entrada. Estas pinturas representam paisagens do início do século, retratando as cheias do Rio Mandu que se situa a poucas quadras do lugar.  

Escola Estadual Dr. José Marques de Oliveira

Em 1918 é ajustada por 280 contos de réis a venda ao Governo Federal dos Edifícios do Ginásio Diocesano e Escola Normal das Dorotheas para a instalação de uma nova unidade do Exército Nacional. 

Em 1925, a 29 de dezembro, acontece o lançamento da pedra fundamental para a construção do novo Seminário Diocesano. 

A inauguração do novo edifício do Seminário se dá no ano de 1927, construído a pedido de Dom Octávio Chagas de Miranda, com o dinheiro da venda do Ginásio Diocesano ao Exército Nacional. 
Em 1969 o Seminário já funcionava no bairro São Geraldo, onde fora construído um novo e moderno prédio. Foi então que Dom José d’Ângelo Neto, arcebispo de Pouso Alegre, vendeu o prédio do antigo seminário, situado à Rua Bueno Brandão, 220, à Escola Estadual Dr. José Marques de Oliveira, cujo diretor era o Dr. Lecyr Ferreira da Silva. Desde então lá funciona a Escola Estadual cujo prédio, belo representante da arquitetura eclética tão comum na cidade, se encontra bem preservado, sendo que, no seu interior, partindo do hall de entrada, se encontra uma escada de madeira, feita artesanalmente por carpinteiros italianos, cujos nomes se perdeu.

Seminario Diocesano- Década de 40
Fonte: http://ginacaninana.blogspot.com.br/2011/03/patrimonio-historico-de-pouso-alegre.html
Escola Estadual Dr. José Marques de Oliveira 2011
Fonte: http://www.panoramio.com/photo/59602245


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Escola Estadual Monsenhor José Paulino

Em 16/12/1906 foi criado por decreto baixado pelo Vice-Presidente do Estado de Minas Gerais, Júlio Bueno Brandão, o Grupo Escolar Monsenhor José Paulino. 
Em 06/08/1912, com a presença do Secretário de Estado do Interior e Instrução Pública de Minas Gerais, Delfim Moreira da Costa Ribeiro foi inaugurado o prédio onde, desde então, funciona  o antigo Grupo Escolar hoje denominado Escola Estadual Monsenhor José Paulino.
O nome do patrono foi escolhido, depois da criação do Grupo, em homenagem a Reverendo “José Paulino que ocupou o cargo de vigário e econômo da cidade de Pouso Alegre. Na cidade, atuou com dedicação na criação na criação da diocese com sede em Pouso Alegre e sempre dedicou-se com empenho no trabalho da educação, daí a escolha de seu nome como patrono do grupo.
Situado no centro da cidade, construído segundo fontes orais, no local onde, anteriormente havia a casa senhorial do Senador José Bento Ferreira de Melo, na Avenida mais importante da cidade, o prédio do Grupo Escolar permanece, como no passado, sinalizando o destino cultural da vidade, hoje repleta de escolas, colégios e faculdades. Na verdade, sua arquitetura antiga, conservada pelo tempo e por todoso os que nele atuaram é o verdadeiro monumento à cultura pouso-alegrense e, como tal, deve ser conservado.
Grupo Escolar Monsenhor José Paulino- 1920
Escola Estadual Monsenhor José Paulino
Fonte: http://ginacaninana.blogspot.com.br/2012/02/patrimonio-historico-de-pouso-alegre.html

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Clube Literário e Recreativo

Inaugurado a 07/04/1926 teve como idealizador e primeiro presidente o Coronel Joaquim Mariano Campos do amaral.
Segundo consta nos livros históricos, o projeto de lei n°151 de 18 de janeiro de 1923 autorizou a doação do pa, “mediante condições estipuladas, do prédio que servia de Paço Municipal afim de ser demolido e no local construído o edifício para sediar a sociedade”.
O Clube Literário e Recreativo se ergueu ao apreço de muito esforço e de rara abnegação do Cel. Campos do Amaral que, reconhecendo a lacuna de um ponto de concentração social e diversões familiares tornou a iniciativa da construção de um prédio para a sede da sociedade. Substituindo a antiquada casa da Câmara, foi construído na praça principal de Pouso Alegre um edifício de “bela arquitetura e sólida construção, mandado levantar pelo Clube Recreativo”. Em elegante estilo francês, com o telhado feito de telhas importadas, de ardósia, o edifício do Clube Literário marcou épocas na história de Pouso Alegre, local de encontros sociais, culturais e políticos, cuja biblioteca foi uma das primeiras do estado e a quinta do país.
“É natural que, pôr tudo isso, sintam-se satisfeitos os membors do deliberativo municipal com o destino do antigo prédio próprio do município, já então desnecessário aos fins para que servia, dada a conclusão do edifício do Fórum, com o qual o governo do Presidente Artur Bernardes dotou a cidade e no qual foram reservadas acomodações para as diversas repartições municipais” (Jornal Alma Branca, 07/04/1928, n. 01).
O edifício do Clube Literário e Recreativo de Pouso alegre, permanece alerta na Praça Senador José Bento; apesar das inúmeras intervenções sofridas em sua arquitetura ainda conserva, na fachada, as marcas de sua construção. Espremido entre construções modernas que lhe roubaram a posição de destaque, ele conserva, ainda hoje a dignidade cultural de seu estilo, continuando a ser um marco na vida cultural de Pouso Alegre.
Clube Literario- 1935
Clube Literario- 2011
Fonte: http://ginacaninana.blogspot.com.br/2012/02/patrimonio-historico-de-pouso-alegre.html


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998.


Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek de Oliveira


Em 02/02/1911 chega, a Pouso Alegre, a Revma. Madre provincial das Irmãs Dorotheas, de Portugal, a fim de instalar um Colégio para as meninas. Tendo funcionado em casas determinadas, em 03/03/1918 é lançada a pedra fundamental da Escola Normal Santa Dorothea, na Rua Francisco Salles. A construção se inicia sob a planta e orientação do Eng. Mário Gissoni.
Em 26/06/1918 o bispo Dom Octávio Chagas de Miranda benze o novo edifício construído para abrigar a Escola Normal Santa Dorothea. Em 27/10/1926 é inaugurada a Capela do Sagrado Coração de Jesus, junto à Escola Normal.
Durante os anos que se seguiram, o educandário se encarregou de dotar as moças de Pouso Alegre e cidades vizinhas, de uma educação esmerada, onde pontificavam os ensinamentos religiosos morais e os necessários para dotá-los, não só de cultura acadêmica, mas também de uma cultura esmerada, pontada pela sabedoria e ampla habilidade para exercerem as atividades domésticas. O colégio funcionou no local até 1975 quando as freiras, após a construção de novo prédio na confluência da rodovia com a Av. Tuany Toledo para lá transferiram suas atividades.
Em 1978 foi ocupado pelo Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitschek de Oliveira, que transferido da Praça João Pinheiro lá funcionou até 09/03/87, data que um incêndio, declarado criminoso pela perícia técnica, destruiu o prédio internamente. O fogo queimou o assoalho do 2° piso e do 3°, já que na época de sua construção não havia o uso de lages de concreto. Queimou-lhe o telhado, história, instrumentos musicais, arquivos, enfim, uma parte da vida de professores e alunos, que, motivados pela perda, reagiram e foram à luta para reconstruí-lo. As fachadas permaneciam intactas e, após anos de trabalho, de doação e de importante ajuda do Estado ele foi totalmente reconstruído e sua reinauguração aconteceu entre festas e comemorações no dia 10/08/1994. E atualmente ele se encontra, como no tempo de sua construção, pontificando na confluência das Ruas Francisco Sales e Cel. Otávio Meyer. Do seu interior se ouvem os sons dos violinos, pianos, vozes em coro que saúdam, todos os dias, a sua reconstrução.
Escola Normal 1930

Conservatório de Música- 2011
Fonte: http://www.pousoalegre.net/sobre-pouso-alegre/pontos-turisticos-o-que-conhecer-em-pouso-alegre/


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998.

Obelisco Nossa Senhora da Conceição

Em 8 de Dezembro de 1904, em homenagem ao 50° aniversário da proclamação do Dogma da imaculada Conceição é inaugurado o obelisco à Nossa Senhora da Conceição, eregido na Praça Senador José Bento, no jardim, em frente à Catedral do Bom Jesus.
Com o passar dos anos o obelisco recebeu o apelido de Nossa Senhora dos Namorados, talvez devio ao fato de que o jardim da Praça Senador José Bento, sempre foi o local preferido para o encontro dos namorados. Ali, sob a proteção da Santa, muita gente se conhecei, iniciou um namoro que depois se transformou em casamento. Hoje, a santa lá permanece, abençoando os que desejam sua proteção, apesar de todas as implicações da modernidade.
Obelisco- Praça 1904
Obelisco 2011- Fonte:
http://ginacaninana.blogspot.com.br/2012/02/patrimonio-historico-de-pouso-alegre.html


Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998.


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Fórum Orvieto Butti

No dia 20 de janeiro de 1923, às 15 horas, foi inaugurado o edifício do Fórum, recentemente construído por iniciativa do Exmo. Sr. Senador Eduardo Amaral. 
Praça- Fórum-Avenida Década de 30

O Revdmo Sr. Bispo Diocesano, precdeu a bênção do palacete com grande assistência, tocando, nessa ocasião, a banda de música “Euterpe São Benedito”. Foi decerrada, no salão do juri, a cortina que cobria o nicho com a imagem do crucificado, seguida de palavras do Revdmo
que congratulou com o povo de Pouso Alegre, pelo importante melhoramento
adquirido, o importante edifício com que acaba de ser dotada a cidade, com amplas acomodações para os serviços de Fôro e da Câmara.
Estas informações constam do jornal “Semana Religiosa” de 27 de janeiro de 1923.
Sua planta e construção são de autoria do engenheiro Mário Gissoni responsável por inúmeras obras arquitetônicas da época em Pouso Alegre e cidades vizinhas. Nele também seguiu as tendências do estilo eclético, com grande desenvoltura, já que utilizou, largamente, de elementos decorativos vários que dão ao prédio, apesar do excesso, uma agradável aparência.

Fórum de Pouso Alegre, 1940

Nele funcionou até o ano de 1981 a Câmara Municipal, agora instalada em prédio próprio e por ele passaram juízes e promotores de grande saber que marcaram a história jurídica da cidade com sua atuação.  
Pontificando na Avenida Dr. Lisboa em frente à Praça Senador José Bento, o edifício do Fórum atrai olhares pela beleza de sua arquitetura, agora, destacada por pintura que lhe realça os elementos decorativos.
Edifício do Fórum, 2012, disponível no site http://www.pousoalegre.net/foto-do-dia-antigo-forum-de-pouso-alegre-2/

Fonte: Dossiê dos Bens Tombados da Cidade de Pouso Alegre, abril de 1998.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Teatro Municipal

Construção em estilo neoclássico, o atual Teatro Municipal de Pouso Alegre já abrigou um cinema, uma loja de móveis, uma rádio e uma cadeia. Suas obras foram iniciadas em 1873, a pedido da Sociedade União e Progresso, sendo o seu construtor de nome desconhecido. Foi inaugurado em 1875 pela Associação Dramática de Pouso Alegre constituída por jovens amantes das artes cênicas que, posteriormente, o doaram ao Município. Durante décadas serviu à Companhias de Óperas e Operetas vindas de São Paulo e aos grupos liderados pelo médico e dramaturgo Dr. Coutinho. Em 1939 foi alugado à Rádio Clube de Pouso Alegre. Em 1940 funcionou como cinema: Cine Íris e Cine Progresso.
 Em 1960 abrigou, provisoriamente, a cadeia pública e a delegacia regional sob o comando do delegado Eduardo A. Barbosa. Em 1971, suas dependências passaram a ser utilizadas por uma loja de móveis. E, somente em 1978, após reforma, ampliação e modernização de seus equipamentos, retornou às atividades culturais. Foi declarado Patrimônio Histórico de Pouso Alegre e protegido por tombamento pelo decreto nº 2349 de abril de 1999.


Fontes: Secretaria Municipal de Cultura, Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de Pouso Alegre, Blog Narrativas do Brasil: http://ginacaninana.blogspot.com.br/