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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Imagens da cidade

Vista Panoramica da cidade de Pouso Alegre- 1936
Acervo do MHMTT
Vista parcial da cidade- 1904
Acervo do MHMTT
Vista parcial da cidade- Década de 50
Acervo do MHMTT
Vista parcial da Cidade, ecnhente ao fundo- 1935
Acervo do MHMTT
Pouso Alegre- Década de 50
Acervo do MHMTT
Trevo de Pouso Alegre- 1969
Acervo do MHMTT
Parque Municipal- 1930
Acervo do MHMTT
Jardim publico do Largo do Rosario- 1918
Acervo do MHMTT

Arlindo


Todo e todos tem a sua história na vida. E é por isso que eu estou contando a história dos humildes de minha terra, daqueles cujos nomes estão sepultados pela poeira do tempo.
Em minha primeira crônica citei, de passagem, o nome de Arlindo, que, certamente deve ter despertado a curiosidade de uns e a saudade de outros. Quem não se lembra daquele pretinho baixo e gordo, de passos curtos e celeres, que percorria as nossas ruas apanhando o lixo? Era o Arlindo lixeiro. E, em se lembrando de Arlindo, forçosamente se lembrará de um fato curioso que era presenciado todos os dias, todas as horas com a sua besta rosada. É que naquele tempo apareceu o Tiro de Guerra e toda a cidade andava entusiasmada com as evoluções da tropa, com o toque de corneta e o rufar dos tambores. Pois o Arlindo conseguiu em curtíssimo tempo o que hoje faria inveja ao burro Canário. Dispensou o cabresto e o chicote e passou a usar para dirigir a “rosada” apenas o assobio, no qual comandava “ordinário marche”, “direita”, “esquerda”, alto, enfim, todos os toques de comando. Era um espetáculo digno de apresentação num Cassino de Copacabana, como aconteceu com o Canário.
Um dia a “rosada” apareceu sob outro comando. Agora não era com assobio e sim com o chicote e aos arrancos do freio na boca. É que o Arlindo fora tentar a vida em outras plagas... e lá perdera a vida. Sim, um dia na represa da Usina, fora tragado pela tribulação da represa. Quando seu corpo foi atirado de encontro a turbina, já era cadáver...
... e tudo ficou somente em nossas ruas a “rosada”, puxando a carroça de lixo sob o chicote impiedoso de um novo condutor desumano... e o assobio do Arlindo comandando “ordinário marche”... “direita”... “esquerda”... “alto!”.    

*Extraído do Jornal “A Cidade”, 13 de Fevereiro de 1949, José Ribeiro da Costa.

Marco do dia

10/06/1997: É instalada a firma “Johson Controls do Brasil Automotive Ltda”, fabricação de capas para bancos destinados aos carros da General Motors do Brasil.  

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Marco do dia

08/06/1981: A Câmara Municipal passa a funcionar no prédio do “Centro Acadêmico da Faculdade de Direito”, provisoriamente, à Av. Dr. João Beraldo.

Marco do dia

06/06/1920: Pela resolução n°112 é denominada as vias públicas da cidade: Praça Octávio, Rua Cel. Pradel e Rua Dr. Samuel Libânio.
06/06/1927: A Av. Dr. Lisboa é dotada de nova iluminação elétrica, com fios subterrâneos.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Imagens da cidade

Ponte de ferro da RMV- Enchente de 1932
Acervo do MHMTT
Estaçao- 1986
Acervo do MHMTT
Vista Parcial de Pouso Alegre- 1937
Acervo do MHMTT
Pouso Alegre- Década de 30
Acervo do MHMTT

Imagens da cidade

Avenida- 1937
Acervo do MHMTT
Hotel Ferreira- Década de 20
Acervo do MHMTT
Cidade de Pouso Alegre- 1863
Acervo do MHMTT
Estaçao da RMV- 1918
Acervo do MHMTT
Estaçao da RMV- 1986
Acervo do MHMTT